Duda Las Casas é poeta e artista visual. Tem formação pela pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte e tem especialização em Artes da Escrita pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Já expôs seus trabalhos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, participou da Mostra Imagem em Movimento com a instalação A Mulher que Cuspiu a Maçã na Casa França-Brasil, em Lisboa participou da Finestra Sinistra, no Nowhere Lisboa com a performance Ato único , sobre a sobrevivência dos artistas. No audiovisual, foi apresentadora e diretora na TV Brasil e dirigiu o programa Cartas ao Cinema que recebeu o prêmio FiAv de melhor diretora de documentário . É autora do livro de poesia Viseira, publicado pela editora 7Letras, e integra a coletânea Volta para Tua Terra, da editora Urutau.
Cláudia R. Sampaio
1981, Lisboa, Portugal
Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo sido guionista em cinema e televisão. Atualmente, dedica-se plenamente à poesia e às artes plásticas, com obras de pintura, escultura em cerâmica e bordados.
Tem sete livros de poesia publicados até ao momento: Os dias da corja (2014), A primeira urina da manhã (2015), Ver no escuro (2016), 1025mg (2017), Outro nome para a solidão (2018), Já não me deito em pose de morrer (2020) e Uma mulher aparentemente viva (2022). Escreveu a peça Ode inacabada a convite da Culturgest no âmbito da 10ª edição do festival Panos (2017) e a peça A loucura é o mais credível oráculo para a Escola de Mulheres (2021). Para além de Portugal, a sua obra também está publicada no Brasil e foi uma das poetas portuguesas convidadas para a Feira do Livro de Guadalajara, México, em 2019.
O seu trabalho plástico marcou inicialmente presença na edição de 2020 da Outsider Art Fair, em Nova Iorque, e desde aí em diversas exposições colectivas. Mais recentemente, em 2024, integrou ainda a exposição coletiva do Manicómio, presente no MAAT, intitulada Procissão; e Duas Verdades, Uma Mentira, patente no Pavilhão 31 do CHPL, em Lisboa.
Cláudia é representada pelo colectivo artístico MANICÓMIO desde 2018.